quinta-feira, 22 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Juros Compostos
Atividade para o 2ºc (juros compostos)
1) Qual o montante de uma aplicação de R$ 65.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 2 anos a taxa de 3% a.m?
2) Um capital de R$ 8.000,00 foi aplicado a juros compostos, durante um ano e meio, à taxa de 2,5% a.m. Qual o montante?
3) Qual o montante produzido por um capital inicial de R$ 3.000,00 durante 2 meses, a taxa de 10% ao mês e regime de juros compostos?
4) Qual o valor final, após aplicarmos R$ 30.000,00 na poupança, durante 3 meses a uma taxa de 0,7%?
5) Sabendo que um capital inicial aplicado a taxa de 3% a.m, durante 4 meses rendeu um montante de R$79.000,00, calcule o capital inicial aplicado?
6) Qual a taxa de juros de uma aplicação de R$ 50.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 6 meses, resgatando um montante de 58.000,00?
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Texto para os 3ºs
TEXTO
INTERPRETATIVO – 3ºANOS A/B/C – QUÍMICA
Prof.ª
Cátia Brandão
CHUVA ÁCIDA
O ser humano desde longa data tem usufruído de forma muitas vezes errada
dos recursos naturais que estão disponíveis no planeta fazendo com que o mesmo
seja destruído. Após o desenvolvimento das indústrias, mais precisamente depois
da Revolução Industrial no século XVIII, a queima
de combustíveis fósseis para gerar energia aumentou
criando assim uma grande alteração no ambiente, bem como o advento da indústria
automobilística também contribui para esse processo.
Esses processos destrutivos citados acima desencadeiam entre outros
efeitos o efeito estufa, que nada mais é do que a
elevação drástica do nível de aquecimento do planeta e a chuva ácida,
que é o fenômeno que iremos enfocar neste artigo.
A chuva ácida ocorre quando alguns óxidos se encontram na atmosfera e quando entram em contato com o vapor de
água formam substâncias ácidas (ácido sulfúrico [H2SO4]
e ácido nítrico [HNO3]) que
precipitam em forma de chuva, mais precisamente de chuva
ácida. Estes óxidos são dióxido de enxofre (SO2), dióxido
de nitrogênio (NO2) e monóxido de nitrogênio (NO) principalmente e
são liberados primordialmente pela queima de combustível dos automóveis e das
indústrias, entre outras reações de queima em menor escala.
Um fato interessante é que o fenômeno da chuva ácida pode por vezes não
ocorrer no local da poluição que a gerou, sendo difícil de ser rastreada. Por
exemplo, a usina termoelétrica de Candiota, localizada na
cidade de Bagé/RS devido à emissão de gases poluentes provoca a chuva ácida no
Uruguai.
Sabemos que existe a escala de acidez ou de pH onde verificamos se uma
substância é ácida ou não e que ela varia de 0 a 14. Quando os valores são abaixo
de 7 temos substâncias ácidas, quando possuem pH igual a 7 são neutras e acima
de 7 são básicas. A chuva geralmente tem pH em torno de 5,5 ou seja, ela é
ácida, porém isso não tez nenhum dano ao ser humano. Quando falamos de chuva
ácida estamos falando em um pH entre 2 e 5, bastante ácido que pode afetar
construções, plantações, a saúde humana entre outros.
No ser humano pode haver complicações também advindas desse fenômeno
são: maior incidência de casos de asma e sinusite, conjuntivite, problemas pulmonares e também doenças cardiovasculares. Podem também haver ulcerações
de pele ou mucosas (cancro) devido à presença de substâncias ácidas durante a
exposição ao sol.
Desde muito tempo esse fenômeno vem afetando inclusive obras de arte,
estátuas e construções antigas que ficam expostas às intempéries.
Inclusive um dos efeitos da chuva ácida que foi descoberto e que poucos
sabem é o desmatamento da Mata Atlântica, onde esse fenômeno é um dos
principais responsáveis. E também de acordo com o WWF (Fundo Mundial para a
Natureza) em torno de 35% dos ecossistemas da Europa foram destruídos pela chuva ácida. A cidade
de Cubatão, no estado de São Paulo em 1980 foi considerada a cidade mais
poluída do mundo pela Organização das Nações Unidas
(ONU) e
hoje recebe o selo de cidade-símbolo de recuperação ambiental pelo mesmo órgão
por ter controlado 98% dos poluentes no ar.
Algumas ações vêm sendo executadas por diversos países como Estados
Unidos, China, Alemanha, geralmente os que detêm a maior quantidade de
indústrias, porém talvez isso esteja longe de ser solucionado.
Texto para os 2ºs anos do Ensino Médio
Prof.ª Cátia Brandão
A redução de Sódio
Composto
de 40% de sódio e 60% de cloreto, o sal exerce importante papel na história da
culinária. Ingrediente essencial presente em quase todos os alimentos, o sal (NaCI)
é utilizado para acrescentar sabor, além de atuar como conservante e
estabilizante. É o principal ingrediente que contém o sódio, substância
consumida pela população, proveniente principalmente do sal adicionado na
preparação e consumo de alimentos processados e nos alimentos produzidos e
consumidos fora do domicílio.
O sódio é
o nutriente que contribui para efeitos na saúde. Considerado um elemento
fundamental para o organismo, é importante para a condução de impulsos
nervosos, contração e relaxamento dos músculos e também para manter o
equilíbrio adequado de água e sais minerais. Em indivíduos saudáveis, quase
100% do consumo de sódio é absorvido durante a digestão e a excreção urinária é
o principal mecanismo para manter o equilíbrio desse mineral.
Apesar
disso, o excesso do consumo de sódio tem se mostrado um importante fator de
risco para a hipertensão e, consequentemente, para o desenvolvimento de doenças
cardiovasculares, ao lado de outros fatores como obesidade, fumo e
sedentarismo. Dessa forma, torna-se fundamental conscientizar a população sobre
os benefícios da redução de uso do sal e orientar escolhas mais saudáveis ao
adquirir alimentos.
SAL E SAÚDE
As
doenças crônicas não transmissíveis, como a hipertensão, são as principais
causas de morte no mundo, tendo correspondido a 63% dos óbitos em 2008. A
prevalência da hipertensão arterial no Brasil varia entre 22% e 44% em adultos,
chegando a mais de 50% em indivíduos entre 60 e 69 anos e 75% em indivíduos com
mais de 70 anos. O consumo excessivo de sódio é um dos principais fatores de
risco.
Por isso,
a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de sódio seja de
no máximo 2 g/dia, o equivalente a 5 g de sal/dia. No Brasil, o consumo médio
diário de sódio chega a 4,7 g/pessoa/dia (12 g sal/dia), excedendo, assim, em
mais de duas vezes o limite máximo recomendado pela OMS.
Embora o
sódio disponível para consumo provenha principalmente do sal de cozinha e de
condimentos à base de sal, quase 1/5 do mineral advém de alimentos processados
com adição de sal, cuja contribuição ultrapassa 25% nos domicílios de maior
renda. Nesse sentido, a indústria tem papel fundamental em oferecer aos
consumidores produtos com teor de sódio reduzido. Por isso, a Associação
Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) e o Ministério da Saúde
definiram um compromisso pela redução voluntária do teor de sódio nos alimentos
processados, cujo objetivo é a redução do consumo de sal para menos de 5 g per
capita diárias (equivalentes a 2.000 mg de sódio) até 2020.
O acordo
voluntário foi denominado Plano de Redução de Sódio em Alimentos Processados e
possibilitou que, em quatro anos (2011-2014), fossem retiradas 7.652 toneladas
de sódio dos produtos alimentícios. Com a primeira fase do Plano concluída, as
indústrias alimentícias do Brasil se preparam para alcançar as novas metas, que
preveem uma redução de sódio de até 50% até 2020, o que equivale a 28 mil
toneladas de sódio.
A
maioria dos países do mundo também estão implementando programas de redução de
sódio na alimentação e com normas cada vez mais exigentes em relação ao teor de
sódio. O Brasil é um ator de peso no mercado mundial alimentício e seus
produtos devem se adequar a esta tendência internacional.
http://www.nutrionix.com.br/conteudo/
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