quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Juros Compostos

Atividade para o 2ºc (juros compostos)


1)  Qual o montante de uma aplicação de R$ 65.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 2 anos a taxa de 3% a.m?

2)  Um capital de R$ 8.000,00 foi aplicado a juros compostos, durante um ano e meio, à taxa de 2,5% a.m. Qual o montante?


3)  Qual o montante produzido por um capital inicial de R$ 3.000,00 durante 2 meses, a taxa de 10% ao mês e regime de juros compostos?

 
4)  Qual o valor final, após aplicarmos R$ 30.000,00 na poupança, durante 3 meses a uma taxa de 0,7%?

 
5)  Sabendo que um capital inicial aplicado a taxa de 3% a.m, durante 4 meses rendeu um montante de R$79.000,00, calcule o capital inicial aplicado?

 
6)  Qual a taxa de juros de uma aplicação de R$ 50.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 6 meses, resgatando um montante de 58.000,00?

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Texto para os 3ºs


TEXTO INTERPRETATIVO – 3ºANOS A/B/C – QUÍMICA

Prof.ª Cátia Brandão

CHUVA ÁCIDA

O ser humano desde longa data tem usufruído de forma muitas vezes errada dos recursos naturais que estão disponíveis no planeta fazendo com que o mesmo seja destruído. Após o desenvolvimento das indústrias, mais precisamente depois da Revolução Industrial no século XVIII, a queima de combustíveis fósseis para gerar energia aumentou criando assim uma grande alteração no ambiente, bem como o advento da indústria automobilística também contribui para esse processo.

Esses processos destrutivos citados acima desencadeiam entre outros efeitos o efeito estufa, que nada mais é do que a elevação drástica do nível de aquecimento do planeta e a chuva ácida, que é o fenômeno que iremos enfocar neste artigo.

A chuva ácida ocorre quando alguns óxidos se encontram na atmosfera e quando entram em contato com o vapor de água formam substâncias ácidas (ácido sulfúrico [H2SO4] e ácido nítrico [HNO3]) que precipitam em forma de chuva, mais precisamente de chuva ácida. Estes óxidos são dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e monóxido de nitrogênio (NO) principalmente e são liberados primordialmente pela queima de combustível dos automóveis e das indústrias, entre outras reações de queima em menor escala.

Um fato interessante é que o fenômeno da chuva ácida pode por vezes não ocorrer no local da poluição que a gerou, sendo difícil de ser rastreada. Por exemplo, a usina termoelétrica de Candiota, localizada na cidade de Bagé/RS devido à emissão de gases poluentes provoca a chuva ácida no Uruguai.

Sabemos que existe a escala de acidez ou de pH onde verificamos se uma substância é ácida ou não e que ela varia de 0 a 14. Quando os valores são abaixo de 7 temos substâncias ácidas, quando possuem pH igual a 7 são neutras e acima de 7 são básicas. A chuva geralmente tem pH em torno de 5,5 ou seja, ela é ácida, porém isso não tez nenhum dano ao ser humano. Quando falamos de chuva ácida estamos falando em um pH entre 2 e 5, bastante ácido que pode afetar construções, plantações, a saúde humana entre outros.

No ser humano pode haver complicações também advindas desse fenômeno são: maior incidência de casos de asma e sinusiteconjuntivite, problemas pulmonares e também doenças cardiovasculares. Podem também haver ulcerações de pele ou mucosas (cancro) devido à presença de substâncias ácidas durante a exposição ao sol.

Desde muito tempo esse fenômeno vem afetando inclusive obras de arte, estátuas e construções antigas que ficam expostas às intempéries.

Inclusive um dos efeitos da chuva ácida que foi descoberto e que poucos sabem é o desmatamento da Mata Atlântica, onde esse fenômeno é um dos principais responsáveis. E também de acordo com o WWF (Fundo Mundial para a Natureza) em torno de 35% dos ecossistemas da Europa foram destruídos pela chuva ácida. A cidade de Cubatão, no estado de São Paulo em 1980 foi considerada a cidade mais poluída do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU) e hoje recebe o selo de cidade-símbolo de recuperação ambiental pelo mesmo órgão por ter controlado 98% dos poluentes no ar.

Algumas ações vêm sendo executadas por diversos países como Estados Unidos, China, Alemanha, geralmente os que detêm a maior quantidade de indústrias, porém talvez isso esteja longe de ser solucionado.

Texto para os 2ºs anos do Ensino Médio


Prof.ª Cátia Brandão

A redução de Sódio

 

Composto de 40% de sódio e 60% de cloreto, o sal exerce importante papel na história da culinária. Ingrediente essencial presente em quase todos os alimentos, o sal (NaCI) é utilizado para acrescentar sabor, além de atuar como conservante e estabilizante. É o principal ingrediente que contém o sódio, substância consumida pela população, proveniente principalmente do sal adicionado na preparação e consumo de alimentos processados e nos alimentos produzidos e consumidos fora do domicílio.

O sódio é o nutriente que contribui para efeitos na saúde. Considerado um elemento fundamental para o organismo, é importante para a condução de impulsos nervosos, contração e relaxamento dos músculos e também para manter o equilíbrio adequado de água e sais minerais. Em indivíduos saudáveis, quase 100% do consumo de sódio é absorvido durante a digestão e a excreção urinária é o principal mecanismo para manter o equilíbrio desse mineral.

Apesar disso, o excesso do consumo de sódio tem se mostrado um importante fator de risco para a hipertensão e, consequentemente, para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, ao lado de outros fatores como obesidade, fumo e sedentarismo. Dessa forma, torna-se fundamental conscientizar a população sobre os benefícios da redução de uso do sal e orientar escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos.

SAL E SAÚDE

As doenças crônicas não transmissíveis, como a hipertensão, são as principais causas de morte no mundo, tendo correspondido a 63% dos óbitos em 2008. A prevalência da hipertensão arterial no Brasil varia entre 22% e 44% em adultos, chegando a mais de 50% em indivíduos entre 60 e 69 anos e 75% em indivíduos com mais de 70 anos. O consumo excessivo de sódio é um dos principais fatores de risco.

Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de sódio seja de no máximo 2 g/dia, o equivalente a 5 g de sal/dia. No Brasil, o consumo médio diário de sódio chega a 4,7 g/pessoa/dia (12 g sal/dia), excedendo, assim, em mais de duas vezes o limite máximo recomendado pela OMS.

Embora o sódio disponível para consumo provenha principalmente do sal de cozinha e de condimentos à base de sal, quase 1/5 do mineral advém de alimentos processados com adição de sal, cuja contribuição ultrapassa 25% nos domicílios de maior renda. Nesse sentido, a indústria tem papel fundamental em oferecer aos consumidores produtos com teor de sódio reduzido. Por isso, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) e o Ministério da Saúde definiram um compromisso pela redução voluntária do teor de sódio nos alimentos processados, cujo objetivo é a redução do consumo de sal para menos de 5 g per capita diárias (equivalentes a 2.000 mg de sódio) até 2020.

O acordo voluntário foi denominado Plano de Redução de Sódio em Alimentos Processados e possibilitou que, em quatro anos (2011-2014), fossem retiradas 7.652 toneladas de sódio dos produtos alimentícios. Com a primeira fase do Plano concluída, as indústrias alimentícias do Brasil se preparam para alcançar as novas metas, que preveem uma redução de sódio de até 50% até 2020, o que equivale a 28 mil toneladas de sódio.

 A maioria dos países do mundo também estão implementando programas de redução de sódio na alimentação e com normas cada vez mais exigentes em relação ao teor de sódio. O Brasil é um ator de peso no mercado mundial alimentício e seus produtos devem se adequar a esta tendência internacional.

                                                                                                                               http://www.nutrionix.com.br/conteudo/